segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Unisanta apresenta Poliana Okimoto e equipe de Natação para 2014, nesta quarta-feira, dia 26/2


Poliana Okimoto, um dos novos reforços da equipe de Natação da Universidade Santa Cecília (Unisanta), será apresentada à Imprensa, nesta quarta-feira (26), às 11h, no Consistório da Instituição, Rua Oswaldo Cruz, 277. Na oportunidade também serão anunciados o novo Departamento Multidisciplinar da Natação, trabalho pioneiro entre entidades, além dos novos atletas contratados para as próximas temporadas e competições futuras, entre elas, as Olimpíadas Rio 2016.
Outros integrantes de destaque da natação Unisanta, como os nadadores Nicholas Santos; Tales Cerdeira; Matheus Santana, Luiz Rogério Arapiraca e Felipe Ribeiro estarão presentes para prestigiar e recepcionar a nova componente da equipe ceciliana.
A nadadora - Maratonista do ano eleita pela Federação Internacional de Natação (FINA) e Prêmio Brasil Olímpico 2013 do Comitê Olímpico Brasileiro, Poliana retorna à equipe da Natação Unisanta, após 11 anos. Com um currículo vitorioso, a atleta é campeã mundial de Maratonas Aquáticas, na prova olímpica dos 10km. Conquistou ainda a prata nos 5km e o bronze na prova por equipes no Mundial de Esportes Aquáticos, em Barcelona, e ajudou o País a faturar o título inédito de campeão mundial da modalidade em 2013. Foi a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha na história da competição.
Nos Jogos Pan-Americanos de 2011, repetiu o resultado de 2007 e conquistou a prata na prova dos 10 km. Em 2009, no Campeonato Mundial de Maratonas Aquáticas, em Roma, na Itália, conquistou o bronze na prova dos 5km e deixou um marco na natação como a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha na história da competição. Em piscina, nada as provas de 1500m e 800m livre. É a atual recordista brasileira dos 1500m livre.
“Um dos principais fatores que me fizeram voltar são os olhos que a Unisanta e o Marcelo Teixeira têm para as Maratonas Aquáticas. Outros clubes priorizam só a natação em piscina. A Unisanta me traz boas recordações”, afirmou a nadadora.
Neste ano, a expectativa de Poliana é manter-se bem no ranking do Circuito Mundial de Maratonas Aquáticas. Na estreia da Copa do Mundo, deste ano, conquistou o ouro na etapa de Viedma, na Argentina, a primeira das sete provas do circuito internacional da FINA em 10 km.
Mais reforços – Com o objetivo de ampliar as conquistas e preparar atletas brasileiros, desde as equipes de base até os de alto rendimento, para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, a Unisanta investiu na contratação de outros sete atletas importantes em suas categorias. São eles:
Marina de Oliveira Nascimento (Júnior 2), finalista do Troféu Maria Lenk e José Finkel e campeã brasileira nos 100 e 200 metros costas.
Mila Esquerdo Araújo (Júnior 2), medalhista nos campeonatos Brasileiros Júnior e  finalista nos Absolutos. Especialidades: estilos livre e costas.
Rafael Luiz Governo Souza (Júnior 2), finalista nos campeonatos Brasileiros Júnior.  Especialidade: estilo livre.
Matheus de Freitas Misquito (Júnior 2), finalista nos campeonatos Brasileiros Júnior.  Especialidade: estilo peito.
Bernando Gonzalez Valentim (Júnior 2), finalista nos campeonatos Brasileiros Júnior.  Especialidades: estilos livre e borboleta.
Yago Rodrigues  (Júnior 2), finalista nos campeonatos Brasileiros Júnior.  Especialidade:  estilo livre.
Pedro Ponzio Franceschi (Sênior), finalista nos Absolutos e destaca-se como excelente pontuador. Especialidade: estilo costas.
Thiago Magevski Sickert (Sênior), campeão brasileiro (2012) em provas de revezamento.
Departamento Multidisciplinar – A equipe de Natação da Unisanta contará com o apoio específico do novo Departamento, composto pelo médico Lucas Caceli; a nutricionista Salônica Nogueira; os psicólogos Henrique Carpegiani e Luara Lobo e de um fisioterapeuta. Os profissionais desenvolverão um trabalho dirigido aos atletas da modalidade, pioneiro entre entidades de Natação.
A Comissão Técnica da Unisanta é composta pela coordenadora Rosa do Carmo José e pelos treinadores: Márcio Latuf, Gerson Pazian, Alexandre Paes Barreto dos Santos; Profa. Maressa Nogueira, Ricardo Kojima, Murilo Silva, Leonil Maceió, Leila Correia e Claudio Paz.
Referência – Maior potência esportiva universitária do País, a Unisanta é apontada pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) como referência nacional, chegando a ser comparada às grandes instituições de ensino norte-americanas, pelo seu arrojo, estrutura e desempenho nas piscinas e em águas abertas.
Projeto Olímpico – O Complexo Educacional Santa Cecília foi escolhido para ser uma das instalações desportivas aptas a receber atletas olímpicos pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro 2016 (COB). Este reconhecimento aconteceu graças ao Projeto Olímpico da Universidade, visando contribuir para este importante momento que o País está vivendo.
A infraestrutura de ponta da Unisanta também foi um dos itens aprovadas pelo COB, entre os ambientes: o complexo aquático, que compreende uma piscina olímpica, primeira no País com teto retrátil, e outra de apoio, para aquecimento, aulas do aprenda a nadar e hidroginástica, além das Clínicas de Fisioterapia e Odontologia e o Laboratório de Fisiologia do Exercício.
Por Assessoria de Comunicação UNISANTA

Foto Satiro Sodre/SSPress




quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Oficina de Elaboração de Projetos reúne mais de cem participantes


A Fundação de Esporte e Lazer do RS (Fundergs) realizou na manhã desta quarta-feira, 12 de fevereiro, a Oficina de Elaboração de Projetos. O evento, realizado no salão da EMATER/RS, contou com a participação de 30 entidades de 15 municípios diferentes, totalizando 110 participantes
A oficina teve como foco a resolução de dúvidas sobre os editais publicados pela Fundergs, e  foi conduzida pelo Diretor Técnico da entidade Luiz Carlos Viana Bohrer, Marcelo Xavier (Coord. Pedagógico / CETE) e Margarete de Machado (Coord. Divisão de Convênios / FUNDERGS). O evento também contou com a presença do Vereador João Derly (PCdoB) que destacou o impacto da Oficina junto a sociedade. “A atividade possibilita à comunidade entender como funcionam os editais, democratizando a informação e o acesso aos recursos disponíveis, afirmou Derly.
De acordo com Marcelo Xavier, o objetivo da oficina é atingir o grande público. “ Procuramos qualificar os gestores na busca por recursos e abrir as portas para novas entidades solicitantes”, disse Marcelo.  
Fonte Fundergs

Participantes e organizadores da Oficina - Foto: Tiago Garcia


Técnica canadense medalhista olímpica ajuda na evolução do nado brasileiro


O nado sincronizado brasileiro começou 2014 a mil por hora com inúmeras ações rumo à sua evolução. Depois de treinos conjuntos com a poderosa seleção da Rússia, multi-campeã olímpica e mundial, no mês de janeiro, a equipe brasileira se prepara para os Jogos Sul-Americanos de Santiago, em março, e para o Torneio Brazil Synchro Open, no Rio de Janeiro, em maio, com a técnica canadense Júlie Sauvé, que fica no Brasil como consultora até o próximo dia 17.
Júlie Sauvé tem um currículo de respeito. Várias vezes técnica medalhista olímpica da modalidade, ela conquistou mais de 100 medalhas internacionais nos 25 anos que trabalhou na seleção canadense, incluindo oito medalhas olímpicas: 2 pratas (Los Angeles/84); 2 ouros (Seul/88); 1 ouro e 1 prata (Barcelona/92); 1 prata (Atlanta/96); e 1 bronze (Sydney/2000). Nas duas últimas olimpíadas – Pequim/2008 e Londres/2012 – ficou em 4º lugar. Júlie já ajudou o Brasil há 16 anos, quando auxiliou a técnica Magali Cremona na preparação para o Mundial de Perth/1998, na Austrália, o primeiro em que a equipe brasileira passou a condição de finalista, o que antes só acontecia com o dueto.
A treinadora canadense fez uma avaliação individual das atletas do Brasil com as técnicas brasileiras (Maura Xavier, Magali Cremona e Gláucia Soutinho). A seguir, ela propôs mudanças nas coreografias e nas formas de treinamento, colocando seu jeito de trabalhar com uma equipe multidisciplinar, com mais intensidade na parte física, pois quer o nado com mais explosão.
- Ela fez uma renovação em nosso treinamento, modificou a musculação, introduziu um material de fisioterapia na piscina, para otimizar o tempo, não ter que fazer tratamento fisioterápico em outro lugar. E trouxe uma linha de coreografias inteiras. Sua paciência é incrível, ouve as opiniões das atletas, buscando ver o pode tirar de melhor do Brasil, se adaptando às nossas características. As rotinas são as mesmas do Mundial de Barcelona, em 2013, mas ela colocou percussão (mix de drums) no “Tico-Tico no Fubá” na coreografia técnica. A Livre (com música cigana), ela ainda não pegou – concluiu Magali.
- O Brasil tem atletas muito boas, que trabalham forte. Tenho tentado desenvolver um pouco a técnica, apresentando diferentes coreografias e músicas e elas estão indo muito bem. E não tenho tido nenhuma dificuldade, pois o jeito brasileiro combina com minha personalidade. É um povo amigo, acolhedor, que ri o tempo todo, o que não acontece no Canadá. Adoro este sol, a praia e venho estudado português.
Júlie Sauvè também participou da escolha das novas integrantes do dueto brasileiro, agora formado por Luisa Borges, de 17 anos, e Giovana Stephan, de 23, ambas do time que foi ao Mundial 2013. Na ocasião, Giovana já fazia o dueto e equipe, enquanto Luisa integrava apenas o conjunto.
- O Brasil tem um novo par para o início da preparação olímpica e é uma dupla excelente, que tem progredido, demonstrado movimentos rápidos, se saem muito bem juntas, utilizam toda a área em movimentos vigorosos, o que passa aos juízes o quão fortes nadadoras, elas são – revelou Júlie sobre o novo dueto brasileiro.
Para Maura, Júlie é muito motivadora, além de simpática e brincalhona.
- Ela gostou muito de nossas alas (movimentos laterais). E deixou a rotina do dueto mais dinâmica, mais redonda, acelerada, preenchendo os espaços. Na rotina técnica (tema Gótico), ela explorou mais as expressões, colocando mais forte o rock. Os biotipos da Giovana e da Luisa, que é ligeiramente mais alta, são parecidos, o que ajudou a terem o tempo de execução e uma das atividades de maior grau de dificuldade, o tempo de giro, bem semelhantes. Agora temos que fortalecer o patamar físico da Luisa, que é mais jovem e com menos tempo de treino em relação à companheira. Ambas são sérias, focadas, conversam muito entre si. Elas têm química – disse Maura Xavier sobre o dueto, que tem Maria Eduarda Micucci, a Duda, como reserva. As atletas também gostaram da treinadora canadense.
- Ela entrou bem na equipe, com facilidade. Houve uma adaptação conjunta, ela conosco e nós para com ela. Estamos adorando esta convivência – disse Luisa Borges, que ao lado de Giovana Stephan, disputará os Jogos da Odesur, no Chile, em que haverá apenas a prova de dueto, entre 13 e 17 de março. Para Luisa, a promoção a titular do dueto foi tranquila devido ao excelente entrosamento com Giovana.
O ‘training camp’ com a canadense começou no parque aquático Maria Lenk em 21 de janeiro e prossegue na próxima semana, de 10 a 17/2, no Júlio de Lamare, complexo esportivo do Maracanã, sempre de 7 ao meio dia.
Seleção Brasileira de Nado Sincronizado em treinamento no RJ
Dueto: Luisa Borges / Giovana Stephan
Equipe: Maria Bruno / Lorena Molinos / Pamela Nogueira / Branca Feres / Beatriz Feres / Maria Clara Lobo / Jessica Noutel / Joseane Costa / Maria Eduarda Miccuci / Juliana Damico / Beatriz Regly / Nina Gruska / Priscila Japiassú / Beatriz Rosselo

Souza Santos

Foto Satiro Sodré


Nadadores do Esporte Clube Pinheiros, Bruno e Beatriz estão treinando em Auburn, de olho nas próximas competições nacionais e nos Jogos do Rio-2016


Três nadadores do Pinheiros participam do Arena Grand Prix de Orlando, a partir desta quinta-feira (13), nos Estados Unidos. Bruno Fratus, nos 50 e 100m livre, Beatriz Travalon, nos 100 e 200m peito e Andre Brasil, nos 50, 100, 200 e 400m livre são os pinheirenses no GP, que será disputado até sábado (15).
Os dois primeiros passam por um período de treinamento em Auburn, nos Estados Unidos, onde se preparam para a disputa das principais competições da temporada e também aprimoram suas técnicas de olho nos Jogos do Rio, em 2016.
Medalhista pan-americano e quarto colocado na final dos 50m livre nos Jogos Olímpicos de Londres, Fratus participa do seu segundo Grand Prix nos Estados Unidos, desde que passou a treinar em Auburn. Em novembro, o velocista ficou com a medalha de bronze durante o GP de Minneapolis, em Minnesotta. Na última competição que disputou no Brasil, o 9º Torneio Open de Natação, em dezembro, o atleta venceu a prova dos 50m livre e garantiu o índice classificatório para o Pan-Pacífico da Austrália, que acontecerá em agosto.
No GP de Orlando, Fratus estará na disputa dos 50 e 100m livre. “A minha expectativa é sempre nadar o mais rápido possível, independentemente de qualquer coisa. Além disso, estou ansioso para testar algumas novas técnicas que venho aprendendo aqui em Auburn”, afirma.
Sobre as perspectivas de pódios, o nadador se diz confiante. “Tenho plenas possibilidades de vitória nas duas provas (50 e 100m livre), acredito que essa é uma competição de bom nível, espero encontrar atletas rápidos, o que tornaria a disputa muito interessante. Independente de adversários, vou procurar nadar sempre o meu melhor”, completa.
A próxima competição do velocista com a camisa da seleção brasileira será nos Jogos Sul-Americanos, em março, no Chile. Em abril, o nadador estará no Brasil para a competição do Troféu Maria Lenk, pelo Pinheiros.
Já na competição feminina, o Pinheiros será representado pela nadadora Beatriz Travalon, nas provas dos 100m e 200m peito. Bia também passa por um período de treinos em Auburn e disputa o seu primeiro GP nos EUA, de olho na preparação para as competições da temporada. “Por ser uma competição em piscina longa, quero aproveitar essa oportunidade para me preparar para o Troféu Maria Lenk e também para o Sul-Americano, no Chile. O tempo não é o mais importante agora, então espero fazer uma boa prova, principalmente na parte técnica, que tenho trabalhado bastante por aqui”, explica a jovem nadadora.

Foto: Satiro Sodré/CBDA



domingo, 9 de fevereiro de 2014

XX EDICIÓN DE LA MARATONA AQUÁTICA HERNANDÁRIAS – PARANÁ 88 Km - ARGENTINA


Aconteceu neste final de semana, dia 9 de fevereiro, a 20ª edição da Maratona de Open Water Hernandárias –Paraná, competição de 88 mil metros de extensão sobre as águas de um dos rios mais longos do mundo, o Paraná. A vitória masculina foi do russo Ivan Afanevich e a feminina foi de Pilar Geijo da Argentina. A maratona aquática teve sua largada na cidade portuária de Hernandárias e chegada no Balneário Municipal capital provincial do Paraná. A primeira prova ocorreu em 21 de fevereiro de 1965, com vitória do argentino Horacio Iglesias e do egípcio Sobre Heift que dividiram o pódio com um tempo de 10 horas, 31 minutos e 41 segundos, seguido de perto pelo argentino Roberto Reta Seery. Estavam inscritos para a prova desse ano, 16 homens e 9 mulheres. O evento faz parte do Circuito de Águas Abertas Grand Prix da FINA.

Atletas Hombres / Men
1.- Damián Blaum (Argentina)
2.- Gabriel Villagoiz (Argentina)
3.- Fausto Brondo (Argentina)
4.- Mauricio Gatica (Argentina)
5.- Alexander Studzinski (Alemania)
6.- Simon Pistor (Alemania)
7.- Saleh Mohammad (Siria)
8.- Tomi Stefanovski (Macedonia)
9.- Dejan Mladenovski (Macedonia)
10.- Aleksandar Ilievski (Macedonia)
11.- Tsvetan Yordanov (Bulgaria)
12.- Matheus Evangelista (Brasil)
13.- Samir Barel (Brasil)
14.- Fernando Ciaramella (Argentina)
15.- Marcos Campos (Brasil)
16.-  Ivan Afanevich (Rusia)
Atletas Mujeres / Women 
20.- Pilar Geijo (Argentina)
21.- Esther Nuñez Morera (España)
22.- Daniela Moretto (Argentina
23.- Rita Vanesa García (Argentina)
24.- Noelia Petti (Argentina)
25.- Silvie Rybarova (República Checa)
26.- Dina Levatic (Croacia)
27.- Mariana Mello  (Brasil)
28.- Vicenia Navarro (Venezuela)

Fonte e fotos site hernandarias Paraná

E canal 9 litoral TV
 
















sábado, 8 de fevereiro de 2014

Clínicas ajudam a desenvolver e expandir o nado sincronizado


O nado sincronizado busca evolução e outros mercados para um desenvolvimento ainda maior. Desde a última semana de janeiro acontecem no Rio de Janeiro várias Clínicas de desenvolvimento na modalidade para mais de um segmento profissional, lideradas por grandes nomes internacionais. Tudo faz parte do Projeto Siconv de Clínicas para estados com interesse em implantar o esporte.
Atualmente presente em 14 estados, o esporte busca entrada em mais dois (Mato Grosso do Sul e Maranhão) que enviaram representantes ao Rio. O nado já está implantado no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Alagoas, Rio Grande do Norte, Pará e Bahia.
Para as técnicas da modalidade, a japonesa Miwako Homma, membro do Comitê Técnico da FINA, foi escolhida a passar sua experiência desde o dia 31 de janeiro e suas palestras terminam neste dia 7 de fevereiro. Miwako Homma é técnica medalhista olímpica de bronze nos Jogos de Londres/2012. A partir da semana que vem, a canadense Sheilagh Croxon a substituirá, indo de 10 a 16 de fevereiro. Estas ações acontecem de 9h às 12 horas, e de 15h às 19 horas, sempre no parque aquático Maria Lenk.
A maranhense Larissa e a sul-matogrossense Marcela, novatas entre as integrantes da Clínica, gostaram do que viram e aprenderam muito. Agora torcem para que o nado sincronizado entre de vez em suas vidas.
- No início achei tudo novo e complicado. Mas a Sônia (Sônia Hercowitz, supervisora-técnica da modalidade na CBDA) deu aula para as iniciantes, o que ajudou a clarear bastante as ideias antes das palestras da Miwako. Vou me formar em Educação Física e estagio em natação para bebês, crianças e pessoas com necessidades especiais. E o presidente da nossa federação maranhense, Márcio Cunha, que foi meu professor de natação, me desafiou a aprender sobre o nado sincronizado para futura implantação no estado – disse Larissa. Praticamente o mesmo aconteceu com Marcela, do Mato Grosso do Sul.
- Achei muito legal, principalmente com a ajuda da Sônia, que parcelou nosso aprendizado, o que ajudou a absorver melhor o conhecimento. Os palestrantes foram solícitos, esclareceram dúvidas, até depois dos horários das aulas. O presidente da minha federação, Jefferson Borges, sempre possibilita o máximo de vivência, e ouve as novas ideias. Ele deu a possibilidade de participar das clínicas e escolheu o perfil adequado para vir. Na volta vamos conversar para uma troca de experiências e se for possível, vamos implantar o nado sincronizado em nosso estado. Estou otimista – disse Marcela, ex-nadadora e árbitra de natação há oito anos. Atualmente treina uma equipe universitária e tem vivência com a natação e com a dança.
As outras Clínicas em andamento são as de árbitro. A da finlandesa Ulla Lucenius já terminou. Mas de 15 a 21/2 acontece outra com a holandesa Andida Bauman, no mesmo local e horários das Clínicas para Técnicas.
Souza Santos
CBDA

FOTO ARQUIVO SATIRO SODRÉ




Desafiando os mares de Copacabana


Neste sábado ocorre no Rio de Janeiro o Desafio dos Mares, uma prova de revezamento em águas abertas com um formato dinâmico e bastante desafiador. Disputada no Posto 6 da Praia de Copacabana e organizada pela X3M Sports Business, esta prova será disputada por 144 nadadores divididos em 24 equipes com seis membros cada uma. Este é um dos eventos de águas abertas mais radicais do Brasil e a disputa por equipes é o seu grande diferencial. Ao todo, serão disputadas quatro baterias com seis equipes na água. Cada atleta completará 200m o que totalizará 1,2 km. O vencedor de cada bateria disputada, mais os dois melhores segundos colocados avançam para a grande final do desafio. Ou seja, para vencer esta competição a equipe precisa vencer sua primeira bateria e depois superar os outros favoritos poucos minutos depois de ter caído na água. Todos os times precisam ter seis membros e pelo menos um deles deve ser do sexo oposto. Outro detalhe é que a soma entre os nadadores deve ser igual ou superior a 100 anos, uma tentativa de mesclar num mesmo time atletas mais jovens e com outros mais experientes. O percurso pode parecer fácil a primeira vista, mas compreendendo melhor a dinâmica percebe-se que é um evento bem intenso. Após a primeira rodada os nadadores precisaram poupar energia para encarar a grande final, já que precisarão correr alguns metros na areia após deixar a água e enfrentar ao longo de todo o percurso as arrebentações e ondas da Praia de Copacabana. O Desafio dos Mares também é bem democrático, afinal para disputá-lo não precisa ser nenhum fundista ou especialista em águas abertas. A curta distância também atrai atletas de piscina e velocistas. Exemplo disso foi que na edição do ano passado, João de Lucca (campeão universitário nos Estados Unidos e especialista nas provas de 100m e 200m livre) nadou o evento e integrou a equipe vice-campeã que tinha como capitão o experiente atleta de águas abertas Luiz Lima. Quer exemplo maior de diversidade? Na véspera da disputa haverá o sorteio para saber quem nadará em cada bateria e um congresso técnico para os responsáveis por cada time. Confira mais sobre o Desafio dos Mares através do site oficial do evento, http://desafiodosmares.com.br/revezamento/.

Por Guilherme Freitas - SITE SWIM CHANNEL




domingo, 2 de fevereiro de 2014

Poliana é ouro e Ana Marcela prata na estreia da Copa do Mundo


Na estreia da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha mostraram que o título mundial da modalidade, no ano passado em Barcelona, não foi obra do acaso. A dupla brasileira fez uma dobradinha verde-amarela, com Poliana conquistando ouro, e Ana Marcela repetiu a prata de 2013 na etapa de Viedma, na Argentina, primeira das sete provas do circuito internacional da FINA em 10km, deste ano.
A prova foi forte porque serviu de seletiva para o campeonato europeu. A alemã Angela Maurer completou o pódio feminino. O trio ficou bem à frente das demais nadadoras. Poliana já havia sido vice-campeã da etapa de Viedma em 2011. Angela já conquistou a Copa do Mundo em três oportunidades, enquanto Ana Marcela já venceu em duas temporadas e Poliana em uma.
No masculino, vitória do britânico Thomas Allen em Viedma, seguido por dois alemães, Andreas Waschburger e Christian Reidchnert. Os brasileiros Allan do Carmo, Samuel de Bona e Diogo Villarinho, desta vez, não chegaram no Top-10.
A Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, circuito internacional da FINA disputado no percurso olímpico de 10km, prossegue no dia 5 de abril com a etapa mexicana de Manzanillo.O encerramento será em 4 de outubro com a Super Final de Hong Kong.
Próximas etapas da Copa do Mundo 10km 2014
Manzanillo – México – 5 de abril
Setúbal – Portugal – 28 de junho
Lac St Jean – Canadá – 24 de julho
Lac Magog – Canadá – 31 de julho
Lac Megantic – Canadá – 9 de agosto
Hong Kong – 4 de outubro
Histórico dos brasileiros na Copa do Mundo FINA de 10 quilômetros.
2007 – Poliana Okimoto – 3º lugar
2008 – Ana Marcela – 3º lugar
2009 – Poliana Okimoto – 1º lugar
2009 – Allan do Carmo – 2º lugar
2010 – Ana Marcela – 1º lugar
2012 – Ana Marcela – 1º lugar
2012 – Allan do Carmo – 3º lugar
2013 – Allan do Carmo – 3º lugar
2013 – Ana Marcela Cunha – 3º lugar


Fonte imprensa CBDA



João conquista prata e Brasil sai da Austrália com uma medalha de cada cor

A natação brasileira sai da cidade australiana de Perth com uma medalha de cada cor após a participação no BHP Biliton Aquatic Super Series. Depois da vitória de Nicholas Santos nos 50m borboleta e do bronze de Felipe Lima nos 100m peito, na véspera, João Gomes Junior garantiu a prata dos 50m peito (27s67), neste sábado, 1º de fevereiro. A competição contou com a participação da anfitriã Austrália, Japão, África do Sul, China e Brasil.
João Gomes ficou atrás apenas do vice-campeão mundial da prova e campeão mundial dos 100m peito em Barcelona/2013, Chrstian Sprenger, atleta da casa, que venceu em 27s54. Outros bons resultados neste último dia ficaram com Alan Vitória e Graciele Herrmannn, ambos na 4ª posição dos 50m livre. A vencedora no feminino foi a vice-campeã mundial dos 50m e campeã mundial dos 100m livre, a australiana Cate Campbell.
A classificação final da competição foi: Austrália, com 629 pontos, seguida por Japão, 523; China, 423; África do Sul, 332; e Brasil, 230.
A equipe brasileira foi formada por 16 nadadores e oito nadadoras. No masculino viajaram Alan Vitória, Brandonn Almeida, Felipe Lima, Guilherme Guido, Henrique Barbosa, João Gomes Junior, Leonardo de Deus, Luiz Altamir Melo, Marcos Macedo, Nicholas Santos, Marcos Ferrari de Oliveira, Matheus Santana, Nicolas Oliveira, Tales Cerdeira, Thiago Pereira e Vinícius Waked.
O time feminino contou com Bruna Rocha, Carolina Bilich, Daniele Paoli de Jesus, Graciele Herrmann, Larissa Oliveira, Manuella Lyrio, Nathalia Almeida e Natalia de Luccas.
Resultados do segundo e último dia – 01/02/2014
4x100m livre misto = 1 – Austrália – 3m23s29 / 5 – Brasil (Matheus Santana, Vinícius Waked, Graciele Herrmann e Natalia Luccas) – 3m35s06
200m livre F =1 – Karin Prinsloo – África do Sul – 1m57s41 / 7 – Larissa Oliveira – 2m03s76 / 8 – Manuella Lyrio – 2m03s92
200m livre M = 1 – Kosuke Hagino – Japão – 1m46s35 / 7 – Nicolas Oliveira – 1m49s68 / 10 – Luiz Altamir Melo – 1m52s54
200m peito F = 1 – Taylor Mckeown – Austrália – 2m23s94 / 9 – Nathalia Almeida – 2m48s35
200m peito M = 1 – Feilian Mao – China – 2m11s32 / 7 – Tales Cerdeira – 2m15s13 / 9 – Henrique Barbosa – 2m18s87
100m borboleta F =1 – Alicia Coutts – Austrália – 57s60 / 6 – Daniele Paoli de Jesus – 1m01s17 / 8 – Bruna Rocha – 1m02s36
100m borboleta M = 1 – Chad Le Clos – África do Sul – 52s66 / 6 – Marcos Macedo – 54s07
4x100m livre F = 1 - Austrália – 3m35s54 / 5 – Brasil (Graciele Herrmann, Larissa Oliveira, Natalia Luccas e Manuella Lyrio) – 3m50s24
4x100m livre M = 1 – Austrália – 3m13s95 / Brasil desclassificado (Nicolas Oliveira, Matheus Santana, Nicholas Santos e Vinícius Waked)
800m livre misto = 1 – Mack Horton – Austrália – 7m53s88 / 5 – Marcos Oliveira – 8m13s27 / 10 – Carolina Bilich – 9m13s90
50m peito F = 1 – Leisto Pickett – Austrália – 31s20 / 9 – Bruna Rocha – 34s72
50m peito M = 1 – Chris Sprenger – Austrália – 27s54 /2 – João Gomes Junior – 27s67 / 3 – Koichi Okazaki – Japão – 27s83 / 5 – Felipe Lima – 28s30
100m costas F = 1 – Yuanhui Fu – China – 1m00s05 / 8 – Natalia Luccas – 1m03s78
100m costas M = 1 – Jiayu Xu – China – 53s42 / 8 – Guilherme Guido – 57s69
50m livre F = 1 – Cate Campbell – Austrália – 24s21 / 4 – Graciele Herrmann – 25s88 / 5 – Larissa Oliveira – 26s03
50m livre M = 1 – James Magnussen – Austrália – 21s88 / 4 – Alan Vitória – 22s63 / 6 – Nicholas Santos – 22s94
400m medley F = 1 – Miyu Otsuka – Japão – 4m37s33 / 9 – Natalia Luccas -5m09s86 / 10 – Nathalia Almeida – 5m10s84
400m medley M =1 – Kosuke Hagino – Japão – 4m09s82 / 6 – Brandonn Almeida – 4m28s71 / 8 – Leonardo de Deus – 4m32s52
4x100m medley F = 1 – Austrália – 3m59s77 / 5 – Brasil (Natalia Luccas, Bruna Rocha, Daniele Paoli de Jesus e Larissa Oliveira) – 4m21s07
4x100m medley M =1 – Japão – 3m35s21 /5 – Brasil (Guilherme Guido, Felipe Lima, Marcos Macedo e Nicolas Oliveira) – 3m43s48

Fonte Imprensa CBDA